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01 setembro, 2026

A Xanela das Fucas Nº 158

 

A Xanela das Fucas  Nº 158  (27-8-26))

A  Xanela das Fucas  de  novo convida  a unha muller   xoven    que    inagura  unha exposición

Carmen   Alberto Rodríguez nos relata   como se iniciou no  mundo da pintura  e cales foron as súas influenzas  entre elas  a súa aboa  Clara que lle inculcou o amor pola arte   como digna filla de   Rodolfo Ucha  e  a  pintora  ferrolá  Eva Liberal.

Para ela a pintura é unha  forma de esprexión que se trnasmite visualmente. Coméntanos como se sintiu  ao chegar á Facultade de Belas Artes na Universidade de Sevilla, cidade da que se namorara previamente nunha viaxe; da relación coas persoas coas que compartía o espazo de aprendizaxe das cales di que aprendeu tanto como dos profesores. Tamén comentamos que significa ser muller e a relación coa pintura. Acompáñaa as súas primas Clara e Ana , ás cales lles realizamos un pequeno atraco e incluímolas na entrevista para que nos falen tamén das súas profesións como arquitectas e relacións familiares como membros do clan Ucha.

Carmen fálanos dos seus proxectos futuros  centrandose  principalmente  na  realización do seu post grao continuando co tema da importancia da cotineidad .

 Quedamos comprometidas para voler a atoparnos o  proximo ano,  aqui na radio e seguir charlando de arte , de proxectos e de vida..

Convidadas:  Carmen Alberto Rodríguez; Ana Ucha Boado: Clara Navas  Alberto

Fucas que participan:   Chelo Carballal Balsa;   Sonia   Fernández Bellas; Eva Tizón Bouzas.    

A música que escoitamos:  A sintonía do programa:  La vita e bella, Nicola Piova;   Xota  das neves,Sons do talentiño (Sofía Hernández , Antía Barona, voces ; Joaquín Enríquez, acordeón ; David Hernández , guitarra); As miñas flores,  Sofía  Espiñeira; Palestina Libre.

 

28 agosto, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 25, 5.ª F, 27-VIII-2026

EGDC LORCA 1934

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 25, 5.ª F, 27-VIII-2026

«Neste momento dramático do mundo, o artista deve chorar e rir com seu povo. Há que deixar o ramo de lírios e se meter na lama até à cintura para ajudar os que procuram lírios». Frederico García Lorca em El Sol (Madrid) de 10-VI-1936. Lorca foi assassinado pela barbarie fascista em 18-VIII-1936.

Foi Lorca um poeta galego? Foi! Foi um poeta galego por vocação inspirada por EGDC. Frederico amava a Galiza, o seu povo, língua e cultura. Ele mesmo afirmou em 1933 sentir-se um poeta galego e tem de ser reconhecido como tal como o reconheceu Anjo Casal ao publicar em 1935 um livro contendo os seus seis poemas galegos.

Nós achamos que a Galiza tem dívida com Frederico e temos de corresponder o seu amor por nós. Daí que a FEGDC encorajasse a RAG para que o denominasse Académico de Honra e dedicasse um Dia das Letras Galegas a EGDC. O Governo galego e o Parlamento têm de o reconhecer como poeta galego retirando o nome do genocída António Rosão Peres a uma sala do Parlamento para lhe dar o nome de Frederico Garcia Lorca, Poeta Galego.

Ian Gibson, autoridade em Garcia Lorca, confirma a amizade de EGDC com Frederico, poeta galego; esta característica de Lorca é ocultada pelos espanhóis que o reivindicam como vítima do GENOCÍDIO franquista mesmo algum, meritoriamente, sinalando de pormenor, os genocídas que coadjuvaram e perpetraram o assassinato de Frederico.

Questão esta última que Pilar Alhegue realiza, acertadamente, com o assassinato de Alexandre Bóveda, ao publicar os nomes dos genocídas que intervieram no crime. Listagem de genocídas, tarefa coletiva na Galiza, à que estamos obrigados por dever democrático e de justiça, para os julgar e condenar – e descendentes que não abjurem dos crimes dos seus ascendentes.

Consideramos que a convocatória para domingo, dia 30, do denominado Coletivo Decolonial de Ferrol contra o culto à escravatura do Marquês de Amboage do Concelho de Ferrol, é um erro. Achamos que tinha de ser o dia 31, aquando realice JMRei a ignominiosa cerimónia do culto à escravatura. São horas de autocrítica pública e rectificação dos alcaides de Ferrol que defenderam esta ignomínia. Jaime Velho, Vicente Irisarri, Jorge Soares e Mato e os seus partidos respeitivos tinham de fazer a exigência pública ao JMRei para que cesse as festas em honor do marquês e manifestar-se às 12h00 do dia 31 perante a estátua para acabar com esta ignomínia.

Denunciamos que na Galiza as duas terceiras partes das pessoas que estão a cobrar uma pensão, isto é, mais de meio milhão, cobram menos de 1.221 Euros, como mais um indicador que junto com outros demonstram que a Galiza é uma verdadeira colónia da Corte como deixou escrito Faraldo que reproduzimos: «A Galiza, arrastando até aqui uma existência de opróbio, convertida numa verdadeira colónia da Corte, vai-se levantar da sua humilhação e abatimento. Esta Junta, amiga sincera do país, consagrar-se-á constantemente a alargar o antigo reino da Galiza, orientando proveitosamente os numerosos elementos que guarda no seu seio, levantando as bases de um futuro de glória» [reparemos que o antigo Reino da Galiza incluia o norte de Portugal].

Contra a monarquia com sede em Madrid levantou-se em armas o povo galego com Faraldo encabeçando a Revolução de 1846 que alastrou a Portugal. Foi esmagada no Porto pelo general De la Concha comandando tropas espanholas.

A Revolução faraldiana atual tem de ser contra Rueda e a Corte de Madrid, a monarquia de Filipe VI.

O futuro da Galiza, em nossa opinião, não é a luta por um novo Estatuto de Autonomia mas o exercício do direito à insurreição contra todas as formas de opressão a que está submetida a Galiza. O respeito à vontade popular galega só virá com o exercício do direito à insurreição que é ao tempo livre determinação, independência e soberania da Galiza. A vontade popular galega é que o Minho não é fronteira, eliminar a fronteira para unir a Galiza e Portugal com a força do proletariado galego e portuguès organizado em milícias armadas de ambos sexos.

Continuamos a recensão de EGDC da literatura portuguesa com Camilo Pessanha, Fernando Pessoa, Ramalho Ortigão, Francisco Teixeira de Queiroz e José Francisco Trindade Coelho.

Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso da Edição Comemorativa.  


21 agosto, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 24, 5.ª F, 20-VIII-2026

JOSÉ CASTRO VEIGA, O PILOTO
 VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 24, 5.ª F, 20-VIII-2026

Se passaram 90 anos do golpe nazi-franquista em 20-VII-1936, começo do genocídio contra o povo galego que permanece impune. O caso dos nazis julgados e condenados pelo Tribunal Militar Internacional de Nuremberga (TMIN) é paradoxal porque as atrocidades que cometeram durante a guerra contra a República espanhola, essas, é que permanecem impunes. Karl Dönitz, condenado pelo TMIN, que se livrou injustamente de ser enforcado, ficou impune do afundimento do submarino republicano C-3 em águas de Málaga em XII-1936.

Lembramos as vítimas do genocídio franquista em Alexandre Bóveda, a negativa do PP de Rueda a oficializar o Dia da Galiza Mártir embora favorável ao assassino António Rosão Peres que jogava futebol com as cabeças decepadas das suas vítimas; significamos o erro de não utilizar o conceito científico de genocídio, sempre substituído pela palavra «repressão»; lembramos a Jaime Quintanilha Martínez, sequestrado no barco Plus Ultra, roubado pela Armada à Transmediterrânea, e a João Garcia Niebla, mestre de 61 anos que ensinava os meninos a canção o Hino da Árvore; resgatamos Arturo Noguerol Buxão, secretário do Concelho de Serantes, uma das vítimas do genocídio que assistira à Assembleia Nacionalista de Lugo em 1918. Foi fuzilado no Cemitério de Serantes em 12-IX-1936 com outras doze pessoas pelo falangismo de Alfredo Arcos e enterrado ali, crime do que teria que dar conta Gonçalo Torrente Balhester e os que estão a fazer apologia literária espanhola dele; também José Ares Abelheira, irmão de «Tonhito», António Ares Abelheira que afirmava que o seu irmão Pepe com 17 anos fora fuzilado por Alfredo Arcos – quantas vítimas fuzilou Alfredo? Ao Cemitério de Serantes, por fim se lhe dá a dimensão que tem em termos de genocídio, do número de vítimas enterradas em valas comuns as quais foram compradas em propriedade comum pelos seus familiares, existindo título de propriedade. O cura de Serantes, fraudulentamente vendeu para enterrar acima delas. O coveiro do cemitério afirma que não existe livro que recolha o nome das vítimas ali enterradas. O genocídio perpetrado pelo falangismo no Cemitério de Serantes, obriga a pensar nas responsabilidades do falangista Gonçalo Torrente Balhester.

Nesse mesmo dia do golpe militar de 20 de julho de 1936 começou a guerra de resistência do proletariado e o povo galego contra o franquismo que durou cerca de trinta anos, até ao assassinato de José Castro Veiga, General-chefe de EM do Exército Libertador da Galiza, em 10-III-1965. Guerra que continua em 12-VIII-1975 com o assassinato de Moncho Reboiras e ainda no período 1987-1991. Esta guerra de resistência necessariamente continuará e alastrará a Portugal porque o imperialismo espanhol aliado com outros, como a história demonstra em termos monárquicos, está emperrado em submeter o povo galego à humilhação e abatimento e uma espoliação cada vez maior, a acabar com a Galiza.

Exigimos por escrito ao Concelho de Ferrol a retirada da estátua do Marquês de Amboage, e mudar o nome à praça pelo de Ernesto Guerra Da Cal. Derrogar o acordo de 11-VIII-1893 de honrar a memória do escravagista. Anular as festas no seu honor em 2026. Particularmente a homenagem à sua estátua e o ditos fogos de São Ramão, tudo em 31-VIII-2026. Aprovar em plenário a Resolução da ONU de 25-III-2026 contra o tráfico transatlântico de pessoas africanas escravizadas. Apelamos a boicotar as festas e a homenagem de 31-VIII, dia do santo do criminoso marquês.

Comentamos o Relatório da Liquidação do Sistema Financeiro das Comunidades Autónomas de 2024 do Reino da Espanha, como um indicador da dimensão da espoliação à que é submetido o povo galego que não tem outro remédio se não se levantar em armas contra o ladrão opressor como fez em 1846 com a Revolução de Faraldo contra a Corte da monarquia espanhola que humilha e abate o povo galego, revolução que alastrou a Portugal com Maria da Fonte e a Patuleia sendo derrotada no Porto em 1847 pela Quadrupla Aliança das monarquias UK, Fr, Sp e Pt a dirigir as tropas espanholas do general De la Concha.

Lemos a recensão de EGDC a respeito de Antero de Quental.

Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso da Edição Comemorativa.





15 agosto, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 23, 5.ª F, 13-VIII-2026

Abd el-Krim el-Khattabi


VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 23, 5.ª F, 13-VIII-2026

A vitória dos povos do mundo em Dien Bien Phu no Viet Nam em 7-V-1954 obrigou os imperialistas franceses a conceder a independência a Marrocos e à Tunícia em 1956 e provocou a independência da Argélia em 1962 depois de oito anos de guerra de libertação nacional da FLN.

Franco, obrigado pelos franceses, concedeu em 1956 a independência do território de Marrocos que ocupava salvo Ceuta, Melilha e Sidi Ifni.

A entrada em Ceuta de 72.000 pessoas com 150 mortes foi um massacre genocída e um ataque golpista, dirigido por um Estado Maior, contra Pedro Sanchez de EUA-Israel-Marrocos desde o exterior combinado com ataque interior de PP-Vox e as estruturas golpistas do Estado incluído o Rei cujo objetivo como em 1936 é o extermínio do proletariado e as nações oprimidas impedindo a UNIÃO NACIONAL da Galiza e Portugal. Para o inevitável confronto militar nacional e de classe contra o fascismo interior e exterior cumpre o proletariado galego organizado em milícias armadas de ambos sexos para evitarmos acontecer o genocídio franquista como em 1936 e o proletariado português organizado do mesmo jeito para a tomada do poder.

O Reino da Espanha é potência administradora do Saara Ocidental. Pedro Sanchez tem de responder ao ataque DESCOLONIZANDO Saara Ocidental, Ceuta, Melilha e Gibraltar sob os auspícios da ONU – com a Argélia-Frente Polisário, República de El Rife sem Reino de Marrocos, Grã Bretanha republicana, Governo espanhol-Andaluzia. Tem de reconhecer o genocídio perpetrado por Afonso XIII contra a República de El Rife de Abd el-Krim com gás mostarda e cabeças cortadas dos legionários de Franco – eliminar o monolito da rotunda do Jofre em Ferrol. O boicote às festas de Ferrol celebrando a «trata negreira» do M. de Amboage é obrigatório, nós apelamos!

O papel de Franco foi determinante na conformação do Reino de Marrocos enviando o genocída Maomé Ben Mizziam para organizar as suas forças armadas. A necessária intervenção deste no assassinato (31-XII-1954) de Francisco Martínez Leira, Pancho, durante os anos 1953-1955 em que foi enviado por Franco como Capitão-General da Galiza com essa encomenda: O perigo de guerra de libertação social e nacional na Galiza com Pancho vivo era muito grande.

Segundo EGDC, o espanhol e o galego são línguas ANTAGÓNICAS porque o espanhol quer matar o galego. Um exemplo notável desse antagonismo témo-lo agora com o investimento do Concelho de Ferrol-Junta de 476.000 € nas obras da Casa-Museu do Centro Cultural Torrente Ballester, investimento no espanhol falangista do T. Ballester, face o investimento nulo da Casa-Museu de Ricardo Carvalho Calero nos n.º 47-49-51, comprados em 2011 por Irisisarri à cabeça do Concelho de Ferrol. Durante 15 anos o projecto de galego-português republicano de Carvalho Calero ficou em fantasia porque o falangismo de T. Ballester enche os corações e as mentes de Rueda e subserventes. Um Rueda que viola as normas do Parlamento, que teria de ser derrocado por tirano e traidor à sua língua e cultura, a da Galiza.

Continuamos a obra de EGDC com a recensão de autores da literatura portuguesa, de ANTÓNIO NOBRE e de OLIVEIRA MARTINS. A utilização lectiva de uma parte da sua obra relativa à Galiza fora motivo de punição das autoridades do PP a um professor galego.

Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso do seu Album Ao vivo no Coliseu.


14 agosto, 2026

Informativo 14/08/2026

 Sumario:


  • Cazolada por Palestina do, mércores 5 de agosto, no Cantón de Ferrol. Contra o silencio, contra o xenocidio e a impunidade de Israel. Informa Inácio Caranza.
  • Malos tempos na comunidade de Madrid. Rádio FilispiM denuncia a campaña de acoso e abuso de poder coa emisora libre e comunitaria Radio Enlace do barrio de Hortaleza. Informa Vicente Irisarri.
  • O vindeiro 18 de agosto Ferrol con Palestina convoca unha cazolada na Praza Amada García ás 20:00.


Canción peche "Taste" de Hydn.


07 agosto, 2026

A Xanela das Fucas Nº 157 ( 6-8-26)

 

A Xanela das Fucas  Nº 157  (6-8-26))

A  Xanela das Fucas   convidamos   a  Irene   Avila  Carreira  para que  nos fale da súa   exposición , na Vella fabrica de lapis   ¿ E agora  que? Que durara todo o mes de Agosto . En este traballo  aborda a  situación de  como nos sentimos cando  ante un cambio inesperado nos  plans de vida,  todo parece dar un xiro que  che fai sentir  unha sensación profunda de estar perdida. Nese  momento  e  cando xurde a pregunta   ¿ E agora que?.

 Nos fala dos seus  motivos para  estudiar bellas artes  e  das suas   distintas formas de esprexión .

Tamén falamos dos ultimos acontecementos e dos  recentes asesinatos   de mulleres en España.  

Convidada: Irene  Avila Carreira  e   Nerea Avila  Carreira

Fucas que participan:   Chelo Carballal Balsa;   Sonia   Fernández Bellas

Audios:      María   González:  las trece rosas ;   Ana Bernal Treviño:  Publico  Ceuta.  

A música que escoitamos:  A sintonía do programa:  La vita e bella, Nicola Piova;  Onde houbo un ceo , SES; Quererse ben, Mondra; Palestina libre .

 

05 agosto, 2026

Informativo 05/08/2026


 Informativo 05/08/26


*Concentraçom de apoio a Bruno Lopes Teixeiro ante a sua declaraçom ante os Xulgados de Ferrol denunciado por criticar e denunciar ao estado de Israel por estar cometendo um Genocídio em Palestina.





03 agosto, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 22, 5.ª F, 30-VII-2026


Rafael Aguirrebengoa Esnaola
 VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 22, 5.ª F, 30-VII-2026

«O galego, língua nacional… ou língua autonómica?» de Francesco Traficante Peláez e «O Portão Verde» de Lourenço Alvárez foram os trabalhos premiados pelo Concelho de Ferrol no XXII Prémio Carvalho Calero de investigação Linguística 2025; os dois foram publicados em livros por Edicions Laiovento. Comparamos o investimento do Concelho de Ferrol e da Junta da Galiza no espanhol do falangista Torrente Ballester, colaborador do genocídio franquista, com o investimento em Ricardo Carvalho Calero, combatente antifranquista, concluindo que a sua prioridade não é a língua e a cultura galega mas a língua e a cultura espanhola e falangista. Nesta comparação alastramos para a figura de Ernesto Guerra Da Cal para afirmar a rigorosa CENSURA E SILENCIAMENTO ao que submetem a sua figura, a sua vida e a sua obra.

Denunciamos a punição a que a Junta de Galiza submete a FEGDC por empregarmos a ORTOGRAFIA secular da nossa língua, a do português, que nos obriga a fazer um grande investimento de dinheiro para nos defender da sua imposição do espanhol ou galego da RAG, tendo que acudir aos tribunais espanhóis conluiados com ela que também punem a nossa «ousadia» – 1500 € de coima.

Criticamos o cinismo nazista de Rueda num artigo publicado no Diário de Ferrol, «Nós ao nosso» pressumindo de defender a nossa língua e cultura aquando ele fala permanentemente em espanhol no exercício das suas funções como Presidente da Junta. Foi até abençoado pelo Bispo em Ferrol nesse exercício de pio falar espanhol.

Também comentamos um interesante artigo de Luís Bará publicado em Nós Diário acerca da atividade promovida por ele como Diretor-geral de Cultura durante o Governo de BNG-PSOE no relativo à memória democrática e à resistência antifascista da Galiza, da que salientamos que define ao PP como «os herdeiros biológicos e ideológicos do franquismo» e o golpe de 1936 como «o início da repressão que aniquilou a melhor geração da nossa história e destruiu os sonhos de liberdade da Galiza – vejam que não utiliza a palavra GENOCÍDIO». Salientamos a declaração do ano 2006 como Ano da Memória, o Barco da Memória, o projecto «Os Nomes, as Vozes e os Lugares e manifestamos o que, em nossa opinião faltou e continua a faltar: Financiar assistência jurídica às vítimas e familiares para apresentar em cada julgado da Galiza demandas contra o genocídio nazi-franquista; ocultar que em Vigo estava sediada a Legião Côndor e a presença diretora dos hitlerianos na Base Naval de Ferrol; esquecer o papel dos cabos e as guarnições dos barcos da Armada republicana em Ferrol para derrotar o Plano golpista de Mola. Não fazer homenagem a Francisco Martínez Leira, «Pancho», no Cemitério de Meã com o Barco da Memória atracado em Mugardos a dez minutos de distância. Também somos do parecer de que a Ilha de São Simão não é o melhor lugar para a mobilização maciça do proletariado e do povo galego precisa para julgar e condenar os genocídas em listagem elaborada pela investigação pertinente – grave carência que não se rectifica.

No relativo à vida e a obra de EGDC demos leitura à suas recensões da literatura portuguesa com Abílio Guerra Junqueiro, Jaime de Magalhães Lima e Wenceslau de Sousa Morais.

Acabamos o programa a comentar o ato contra o genocídio do Marquês da Ensenada e Fernando VI contra o povo cigano e apelamos para assitir.

Tudo acompanhado da música e a poesia do Zeca Afonso do seu Album Ao vivo no Coliseu.






29 julho, 2026

XORNADA DE IRMANDAMENTO CUAC FM- RADIO DE FILISPIM 28-7-26





U
n dïa fermoso. Xuntámonos en Limodre (Fene) duas radios comunitarias irmás para realizar un programa conxunto.

Seguimos a celebrar os  30 anos  de CUAC-FM   e 20  anos  de   Radio  Filispim.

A música que escoitamos: Familia  Caamagno:  xuntos; A matraca perversa:   A nossa historia; The homens: veran sin fin; Honeybus: Can´t  let Maggie Go;  Banana tree: Peawees. 

27 julho, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 21, 5.ª F, 23-VII-2026

EÇA DE QUEIRÓS

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 21, 5.ª F, 23-VII-2026

ADVERTÊNCIA: NO PROGRAMA COMEÇAMOS A FALAR NO MINUTO 5' e 58''.

«La seleccion NACIONAL espanhola de futbol campeona del mundo»: Destacamos a maré de fanatismo espanhol que o alaga tudo promovido para banho de massas da monarquia e o monarca. O termo NACIONAL espanhol nega o nacional galego; é um conceito antagónico com o nosso ser nacional. A seguir comentamos o artigo publicado em Nós Diário de Jacobe Ferreiro, pseudónimo do historiador José Ramão Ermida Meilão que enuncia assim o antagónismo nacional espanhol com o nacional galego: A Galiza que o fascismo não deixou ser. O fascismo não permitiu o ser da Galiza, genocidou o seu ser durante 90 anos e ainda continua. Foi um genocídio inédito na história do País e a nós foi-se-nos a cabeça para o Sempre em Galiza (Akal) onde Castelão escreve na pag. 390 «Por efeito das levas a população da Galiza baixou em 15 anos (1628-1643) de cento e vinte e cinco mil famílias a oitenta mil. Quarenta e cinco mil famílias desaparecidas! Um terço da população galega desaparecida em 15 anos. Descreve com rigor as consequências do genocídio franquista sobre o povo galego e a sua permanente resistência ao opressor. Segundo o autor, após 90 anos a estrutura do poder derivada de aquele genocídio mantem-se intacta nas suas questões fundamentais: Os descendentes dos vitimários perpetuam-se à fronte dos grandes poderes do Estado, Exército, judicatura, estruturas empresariais. As sequelas do genocídio de 1936 em que quiseram matar um país chegam até hoje.

Denunciamos o ato de exaltação do nacional-catolicismo franquista em que tornaram a celebração do Dia do Carmo, Armada, Presidente da Junta, Rueda, Autoridade Portuária e o Bispo. O caso de Rueda tem especial gravidade por ser Presidente da Junta da Galiza num Estado aconfesional com todas as despesas dos intensos fastos religiosos católicos pagadas com verbas públicas. O caso do Almirante um contumaz ativista político em favor do franquismo que teria de ser demitido. O caso do Bispo lembra Franco sob pálio a ser abençoado pela cúria genocída.

A vinda a Ferrol da Fiscal Dolores Delgado dou para fazer uma pequena história das atividades em Ferrol para julgar e condenar o genocídio franquista com as insuficiências que se perpetuam até hoje: Não investigar a presença nazi em Ferrol e na Galiza. Negar a denominação de genocídio às atrocidades franquistas. Não elaborar uma listagem dos genocídas para serem julgados e condenados como os do Tribunal Militar Internacional de Nuremberga. A Lei de Memória Democrática tem graves insuficiências e continua o passo do tempo sem os familiares das vítimas do genocídio recuperarmos os seus restos nas valas comuns do Cemitério de Serantes e outros.

Reclamamos no Dia da Pátria, a pátria de Castelão, isto é: Galiza, Portugal, O Berço, A Seabra e o Ocidente de Astúrias. Os territórios que integram a «nação natural» que ele defende REUNIFICAR, fazendo especial fincapé na REUNIFICAÇÃO DA GALIZA E PORTUGAL como durante a sua vida defendeu Ho Chi Minh, A REUNIFICAÇÃO DO VIET NAM.

Continuamos com a obra de EGDC lendo a recensão que ele fez acerca de Eça de Queirós e de Fialho de Almeida. EGDC também foi pioneiro em trabalhar como galego a literatura portuguesa que ele considerava literatura galega. Estamos a falar de 1947, em Nova Iorque, em que o seu trabalho em inglês foi por nós traduzido sem que saibamos de mais ninguém que o traduzisse.

Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso do Album Ao vivo no Coliseu.



18 julho, 2026

Reflexións dende Canido Nº 25 (17-7-26)

 

Programa  Nº 25 (17-7-26)

 Realizamos o programa Nº25. Hoxe tamen temos a ausencia de  alguns compañeiros  que hoxe    estan traballando .

Falamos  do  acordo de Gibraltar ,   da manifestacion do Orgullo  e da visibilidada das persoas   de Xenero  non Binario; das pesacseria   e da demanda de peixe   azúl,   da  cartelera de cine  e dos proximos esteos;  dos lumes    en   Almeria,  das  festas do Carmen  e as proximas   de Santiago   do Apostol.

Rematamos   ca  seccion de Records Guiness  a cargo  hoxe   de  Roberto  de distintos temos.   

Participantes:      Suso  Mosquera,   Maribel Suances  . Robert Suarez, , Miguel  L, Sergio Sanchez.
Música que escoitamos:  Sintonía Don't stop me now, (Queen);  Brothers in Arms  (Dire  Straits) ;  My Way  (Fran Sinatra);  Smoke on the  watrer (Deep Purple);  Balada de Toolito  ( Joaquin  Sabina);   Hoxe  maña  e sempre  ( Tanxugueiras e Valeria Castro)  Himno de la alegria (Miguel Rios);  Adios rios , adios fontes (Amancio  Prada).  

 

A Xanela das Fucas Nº 155 (16-7-26)


A Xanela das Fucas  Nº 155  (16-7-26))

A  Xanela das Fucas   convida a   Helga  Méndez  para que nos   comente  como se  elaborou  o proxecto  “O Contraluz da memoria” , fruto   dos talleres   de Teatro Veciñal ,  que organiza o Concello de Ferrol  e xestionado  pola plataforma  Culturactiva.

Nos relata o traballo de investigación dos personaxes  da cultura de Ferrol  realizado por as persoas participantes nestes talleres.

Nos  fala do  estimulante que  lle resoltou  este traballo  e do que supon   de descubrimenteo da  realidade  do  entorno  no que vivimos.

 Tamén nos comenta proxectos   futuros   que realizará  co grupo de Artabria  e algún mais que aínda está en fase embrionaria.

Agradecemos que Helga  sempre  faiga un alto nas suas tarefas  para  acompañarnos na radio .  

Felicitamos a  cantautora ferrolana   Lidia India  polo premio  Martín Códax no apartado de  Musicas do Mundo e  Mestizaxe.

Comentamos   alún audio de temas de actualidade .

Convidada: Helga  Méndez .

Fucas que participan:   Chelo Carballal Balsa; Sonia Fernández Bellas

Audios: Ley del no concebido, Cristina Fallarás ,Congreso dos  Diputados  Francina  Armengol. .   

A música que escoitamos:  A sintonía do programa:  La vita e bella, Nicola Piova;  O que corpo aghuante , Lidia  India; Cumbia  palestina, Varios.

  

 

 

16 julho, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 20, 5.ª F, 16-VII-2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 20, 5.ª F, 16-VII-2026

Comentamos a sentença condenatória do irmão de Pedro Sanchez, David Sanchez Perez-Castrejon, resultado de demanda de PP-Vox e satélites afirmando o que outros publicaram: Quem prevaricou foram os que ditaram a sentença, impunes. Mais um ato golpista do fascismo que quer a derrocada de Sanchez sem que este reaja com uma Lei Anti-fascista que desorganize e acabe Vox-PP, apoiando-se no proletariado organizado em milícias armadas de ambos sexos para a tomada do poder do Estado, revolução socialista e liberdade das nações oprimidas particularmente a Galiza UNIDA a Portugal.

Comparamos com Azanha através de uma foto de 10-V-1936 acompanhado de Franco e Mola que tinham já determinado o golpe para EXTERMÍNIO dos «rojos» republicanos. Uma vez iniciado o golpe, a negativa dos Governos republicanos a armar o proletariado e o povo é derrotada e derrocados os Governos para o proletariado armado tomar o poder em diferentes cidades, e nações oprimidas. A tomada de Ferrol pelos golpistas significou não só o genocídio do povo galego mas também, com o apoio imediato de Hitler, a derrota e genocídio do proletariado e das forças republicanas, significou quarenta anos de ditadura franquista e cinquenta de ditadura franquista sem Franco.

O Plano da Língua Galega apresentado pela Junta de Rueda, ontem dia 15-VII-2026 foi notícia. Jacobe Ferreiro em Nós Diário escreve: O conflito linguístico cinquenta anos depois e referência o livro de Francisco Rodrigues de 1976, «Conflito linguístico e ideoloxia na Galiza» atribuindo-lhe determinados méritos. Omite que o livro foi publicado para tomar posição contra as teses de Rodrigues Lapa-EGDC, isto é, tomar partido por Ramão Pinheiro que escrevia contra essas teses em 1973. A colisão entre as duas ideias acerca do galego, galego-português ou galego-espanhol, começam com virulência nesse momento e chegam até nós sem que seja assumida socialmente a identidade do galego e o português, nomeadamente a ORTOGRAFIA. A sintese a respeito poderia ser 50 anos empregando a ORTOGRAFIA espanhola contra a ORTOGRAFIA do galego empregue durante séculos e que felizmente cada vez mais pessoas e organizações usam.

Rebelamo-nos contra José Luís Garcia e Nós Diário porque as patranhas do primeiro publicadas pelo segundo a respeito de Joham Fernandes de Andeiro, devem ser denunciadas e não toleradas em qualquer jornal. João Fernandes de Andeiro dedicou a sua vida e a sua morte para a REUNIFICAÇÃO DA GALIZA E PORTUGAL que foi conseguida sob o rei de Portugal D. Fernando, aclamado e apoiado pela nobreza galega. O ataque, invasão e ocupação da Galiza e Portugal do usurpador Henrique de Trastámara e as Companhias Brancas, obrigou ao EXÍLIO em Portugal de uma boa parte da nobreza galega. O assassinato do Andeiro, foi um crime político parece que motivado pelo seu empenho em unir a Galiza com Portugal que o bando emergente do Mestre de Avís, num Portugal invadido e ocupado, não queria; queriam dar VOZ por Portugal e por São Jorge face a Galiza castelhana e por Santiago. No período das vitórias de Atoleiros e Aljubarrota, esta graças à aliança inglesa, lavrada pelo conde de Andeiro ou conde de Ourém, Nuno Alvares Pereira está a atravessar o Minho para a tomada de Compostela e portanto da Galiza aquando o Mestre de Avís o chama a Braga. Os daninhos patranheiros de ortografia espanhola colidem com o pensamento e a obra de Castelão.

Falamos do Congresso Internacional acerca da guerrilha galega em O Entrimo para janeiro de 2027 organizado pelo Comité pela Memória Democrática do Vale do Lima e do interesse que tem. Destacamos o facto da presença da Legião espanhola no Sul de Ourense e na Seabra para acabar com a guerrilha, segundo Harmut Heine, que também afirma os refúgios da guerrilha baixo os rios, vinte anos antes do que os guerrilheiros vietnamitas.

Enlaçamos com o Congresso Internacional a Resistência da Galiza ao Franquismo realizado em Ferrol em 2007 do que limos o programa porque achamos que embora os anos passados tem muita atualidade. Acabamos o programa falando da atividade de EGDC como agente secreto ao serviço da República, integrando o SIM do Exército Popular da República.

Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso do Album Fura-Fura de 1979.




 

10 julho, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 19, 5.ª F, 9-VII-2026

EÇA DE QUEIRÓS

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 19, 5.ª F, 9-VII-2026

Continuamos a comentar a Sentença 155/2026 que estabelece a norma de AGAL, a da AGLP ou o uso do estandar português como galego a todos os efeitos, tudo em base ao relatório e declaração do Elias José Feijó Torres. Se o português é reconhecido como galego a todos os efeitos na sentença – que não senta jurisprudência – podemos afirmar que demos um passo de gigante para continuar a luta em favor do reconhecimento do português como LÍNGUA OFICIAL DA GALIZA. A FEGDC estamos em campanha para RECLAMAR PORTUGUÊS LÍNGUA OFICIAL DA GALIZA JÁ. O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa assinado em Lisboa em 12-X-1990 é o resultado da vida e a obra de Ernesto Guerra Da Cal. A identidade dos argumentos de Elias Torres com os da FEGDC são de destaque. A RAG tem de assumir que não é única autoridade no galego e o Conselho da Cultura Galega cumprir os seus deveres com o português como Observador Consultivo da CPLP. Campanhas de ALFABETIZAÇÃO MACIÇAS com gramáticas e dicionários portugueses seguindo a Biqueira.

Na chegada a Ferrol do barco Anji Forever com 700 veículos chineses, comentamos o crime do desmantelamento de ASTANO durante 42 ininterrumpidos anos para LHE PROIBIR CONSTRUIR BARCOS pensando nas possibilidades atuais de carga de trabalho com 42 ro-ros ou buques porta-veículos dos que dispõe SAIC MOTOR CORPORATION LIMITED para além doutras hipóteses. Continuamos a pensar na racionalidade de reivindicar ASTANO CONSTRUIR BARCOS em benefício da classe operária à que pertencemos. Reclamamos da Junta de Rueda transparência e informação e denunciamos a especulação de XESTUR comprando as naves de EINSA nAs Pontes.

Dedicamos o programa a rever a vida de EGDC desde o seu nascimento em Ferrol em 19-XII-1911 como Ernesto Perez Guerra até 18-IV-1945 em consegue passaporte norte-americano com o nome de Ernesto Guerra Da Cal. A sua infância em Quiroga, a sua adolescência e juventude em Madrid. O seu combate de armas na mão contra o nazi-franquismo, destacando nas Milícias Populares Galegas, criadas por Castelão em Madrid, o posicionamento político e ideológico dele e das MPG do que ele é um dos assinantes a representar as JSU posicionamento que reitera em 1974, após 38 anos, perante Manuel Rodrígues Lapa: «Não hesitei em entrar em combate com as arma na mão contra o Fascismo franquista».

Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso do Album Enquanto há força.




A Liberdade de Prensa a Análise - Programa conxunto Sábados no Cruceiro a Xanela das Fucas (9-7-26)

 

 

Programa    conxunto con o programa   Sabados  no Cruceiro  para  falar  dun dereito  fundamental  en calquera  democracia:  a liberdade de prensa.   Plantexaronse   as seguintes  cuiestions  ¿É  realmente   libre o xornalismo?; ¿Quen   condiciona hoxe a información?; ¿ Quen condiciona hoxe a información? ; ¿Hai  censura ou  existe  mais ben  autocensura ? ; ¿Que papel  teñen os medios públicos, os medios comunitarios  e a comunicaión institucional?.

 

 Convidad@s:  Alfonso Hermida:  Xornalista  da  TVG en  excedencia  e referente  do movemento  Defende a Galega; Mariano Fernández:  Fundador  de CUAC  FM  e referente  da comunicación  libre  e comunitaria; Eva Martínez:  Xornalista  e   exresponsable  de Comunicación  da  Secretaría de Estado de Migraciones.

Por radio   Filispim participan Joaquin,  Sonia, Ignacio e  Chelo.

09 julho, 2026

JBMP#170 - Festa do Avante 2026

 A festa do Avante faz 50 anos, por isso, no programa de hoje vamos ouvir música de algumas das bandas que vão participar na festa do Avante deste ano 2026. 
Nos dias 4, 5 e 6 de setembro a festa do Avante realiza-se no local do costume: Quinta da Atalaia - Amora - Seixal.
Não há festa como esta!!!

"Jardim à beira mar plantado" é um programa de música portuguesa com um marcado carácter anticapitalista e antifascista produzido na Rádio Filispim conduzido por Jorge Mirancos.
Para qualquer contacto escrever ao email: jorgemirancos@gmail.com




Lista de temas:
01- "Amidinine" por Bombino
02- "A saia da Carolina" por Carolina Deslandes
03- "Passo a passo" por Carlão
04- "Respeitinho" por Luta Livre
05- "Dare to think" por Anarchicks
06- "Nivea" por Regula Ft. Valete
07- "Venham mais cinco" por Pedro Jóia
08- "Metamorfose ambulante" por Ney Matogrosso
09- "Dabke System" por 47 Soul
10- "Mudam-se os tempos" por JP Simões
11- "Dr. Coisinho" por Cara de Espelho
12- "Majestade (25 de abril)" por Aldina Duarte
13- "Cunfia" por Ghoya

08 julho, 2026

Informativo semanal Rádio FilispiM, 8/07/2026

Sumario:

          Comunicado da ‘Plataforma Transporte Público Digno Ferrol e Comarca’ por un aparcadoiro gratuito no Hospital Arquitecto Marcide e mellores servizos e frecuencias nas comunicacións.

          Entrevista a Mariola Morado, traballadora do Campus de Esteiro e unha das organizadoras das concentracións (e minutos de silenzo) de cada mércores, ás 12.30h na universidade, en solidariedade co pobo palestino.

          Un novo capítulo de “Noticias Dialogadas”, onde Inácio e Lupe comentam a utilizaçom do Teatro Jofre, por parte do governo municipal, de xeito partidista.

          Diego Ponce convídanos a asistir ao Festival solidario ‘ROCK POR LEO’, no que se recadarán fondos para a Asociación Niemann Pick Fuenlabrada. O vindeiro domingo 12 de xullo, ás 13h, no Centro Cívico de Canido. Con música de Jess and The Transfusions, BJ Jaiber, Polisong e Window Pane.

          Feche musical: Window Pane “Cigarette”

 

Condución/edición: Ana Lucecú.

Participa! informativosfilispim@gmail.com (mensaxes de voz, convocatorias...) Comparte!



03 julho, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 18, 5.ª F, 2-VII-2026

 


VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 18, 5.ª F, 2-VII-2026

Comentamos a importância da Sentença 155/2026 do jca3 da Ponte Vedra que estabelece a norma de AGAL como galego a todos os efeitos, isto é, língua oficial da Galiza: PORTUGUÊS, LÍNGUA OFICIAL DA GALIZA JÁ! Recomendamos uma vista de olho ao Prontuário Ortográfico Galego da AGAL. A batalha contra a proibição à FEGDC do uso da ORTOGRAFIA secular da nossa língua, a do português. Colocamos a questão da falta de transparência e informação de Rueda relativamente à instalação no Porto Exterior de Ferrol de um complexo industrial da chinesa SAIC MOTOR CORPORATION LIMITED para a produção e distribuição de veículos eléctricos e híbridos. Estará Rueda a mentir como mentiu com Altri?

Doug Perry, comandante da 2.ª Frota dos EUA significou FLEETEX 250 como manobras para defender os interesses dos EUA no Atlântico e no Ártico. A isso vão os barcos de guerra espanhóis, a pagar, com o nosso dinheiro, para defender os interesses dos EUA.

O desfecho da espionagem soviética dirigida por Eitington para conhecer os segredos da bomba atómica lançada sobre Hiroshima e Nagasaki. Em 1949 a URSS explode a sua bomba atómica. Putin reconheceu em 2007 o espião soviético, nunca detectado, George Koval como o que passou a informação secreta da bomba atómica. A Literatura Galega por EGDC em 1946. A Literatura Portuguesa por EGDC em 1947.

Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso do Albúm Com as Minhas Tamanquinhas.




02 julho, 2026

Palestra "Xornada de descolonización e memoria reparadora" organizada por Colectivo Decolonial de Ferrol

 Palestra "Xornada de descolonización e memoria reparadora" com a intervençom de Germán Labrador, Marcos Abalde, Eliseo Fernández e Celia Fernández no Centro Cívico de Canido o dia 18 de junho de 2026.

Organiza: Colectivo Decolonial de Ferrol



Metendo Baza 9 30-6-2026

 



Metendo Baza na estación de autobuses: a equipa teimuda desprazouse á estación de autobuses ao longodo xoves 11 de xuño para denunciar o estado de abandono e as deficiencias do transporte por estrada que organizou a Plataforma por un Transporte Digno para a nosa comarca, onde a poesía, a música e as palestras foron as protagonistas da tarde


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