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21 agosto, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 24, 5.ª F, 20-VIII-2026

JOSÉ CASTRO VEIGA, O PILOTO
 VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 24, 5.ª F, 20-VIII-2026

Se passaram 90 anos do golpe nazi-franquista em 20-VII-1936, começo do genocídio contra o povo galego que permanece impune. O caso dos nazis julgados e condenados pelo Tribunal Militar Internacional de Nuremberga (TMIN) é paradoxal porque as atrocidades que cometeram durante a guerra contra a República espanhola, essas, é que permanecem impunes. Karl Dönitz, condenado pelo TMIN, que se livrou injustamente de ser enforcado, ficou impune do afundimento do submarino republicano C-3 em águas de Málaga em XII-1936.

Lembramos as vítimas do genocídio franquista em Alexandre Bóveda, a negativa do PP de Rueda a oficializar o Dia da Galiza Mártir embora favorável ao assassino António Rosão Peres que jogava futebol com as cabeças decepadas das suas vítimas; significamos o erro de não utilizar o conceito científico de genocídio, sempre substituído pela palavra «repressão»; lembramos a Jaime Quintanilha Martínez, sequestrado no barco Plus Ultra, roubado pela Armada à Transmediterrânea, e a João Garcia Niebla, mestre de 61 anos que ensinava os meninos a canção o Hino da Árvore; resgatamos Arturo Noguerol Buxão, secretário do Concelho de Serantes, uma das vítimas do genocídio que assistira à Assembleia Nacionalista de Lugo em 1918. Foi fuzilado no Cemitério de Serantes em 12-IX-1936 com outras doze pessoas pelo falangismo de Alfredo Arcos e enterrado ali, crime do que teria que dar conta Gonçalo Torrente Balhester e os que estão a fazer apologia literária espanhola dele; também José Ares Abelheira, irmão de «Tonhito», António Ares Abelheira que afirmava que o seu irmão Pepe com 17 anos fora fuzilado por Alfredo Arcos – quantas vítimas fuzilou Alfredo? Ao Cemitério de Serantes, por fim se lhe dá a dimensão que tem em termos de genocídio, do número de vítimas enterradas em valas comuns as quais foram compradas em propriedade comum pelos seus familiares, existindo título de propriedade. O cura de Serantes, fraudulentamente vendeu para enterrar acima delas. O coveiro do cemitério afirma que não existe livro que recolha o nome das vítimas ali enterradas. O genocídio perpetrado pelo falangismo no Cemitério de Serantes, obriga a pensar nas responsabilidades do falangista Gonçalo Torrente Balhester.

Nesse mesmo dia do golpe militar de 20 de julho de 1936 começou a guerra de resistência do proletariado e o povo galego contra o franquismo que durou cerca de trinta anos, até ao assassinato de José Castro Veiga, General-chefe de EM do Exército Libertador da Galiza, em 10-III-1965. Guerra que continua em 12-VIII-1975 com o assassinato de Moncho Reboiras e ainda no período 1987-1991. Esta guerra de resistência necessariamente continuará e alastrará a Portugal porque o imperialismo espanhol aliado com outros, como a história demonstra em termos monárquicos, está emperrado em submeter o povo galego à humilhação e abatimento e uma espoliação cada vez maior, a acabar com a Galiza.

Exigimos por escrito ao Concelho de Ferrol a retirada da estátua do Marquês de Amboage, e mudar o nome à praça pelo de Ernesto Guerra Da Cal. Derrogar o acordo de 11-VIII-1893 de honrar a memória do escravagista. Anular as festas no seu honor em 2026. Particularmente a homenagem à sua estátua e o ditos fogos de São Ramão, tudo em 31-VIII-2026. Aprovar em plenário a Resolução da ONU de 25-III-2026 contra o tráfico transatlântico de pessoas africanas escravizadas. Apelamos a boicotar as festas e a homenagem de 31-VIII, dia do santo do criminoso marquês.

Comentamos o Relatório da Liquidação do Sistema Financeiro das Comunidades Autónomas de 2024 do Reino da Espanha, como um indicador da dimensão da espoliação à que é submetido o povo galego que não tem outro remédio se não se levantar em armas contra o ladrão opressor como fez em 1846 com a Revolução de Faraldo contra a Corte da monarquia espanhola que humilha e abate o povo galego, revolução que alastrou a Portugal com Maria da Fonte e a Patuleia sendo derrotada no Porto em 1847 pela Quadrupla Aliança das monarquias UK, Fr, Sp e Pt a dirigir as tropas espanholas do general De la Concha.

Lemos a recensão de EGDC a respeito de Antero de Quental.

Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso da Edição Comemorativa.





15 agosto, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 23, 5.ª F, 13-VIII-2026

Abd el-Krim el-Khattabi


VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 23, 5.ª F, 13-VIII-2026

A vitória dos povos do mundo em Dien Bien Phu no Viet Nam em 7-V-1954 obrigou os imperialistas franceses a conceder a independência a Marrocos e à Tunícia em 1956 e provocou a independência da Argélia em 1962 depois de oito anos de guerra de libertação nacional da FLN.

Franco, obrigado pelos franceses, concedeu em 1956 a independência do território de Marrocos que ocupava salvo Ceuta, Melilha e Sidi Ifni.

A entrada em Ceuta de 72.000 pessoas com 150 mortes foi um massacre genocída e um ataque golpista, dirigido por um Estado Maior, contra Pedro Sanchez de EUA-Israel-Marrocos desde o exterior combinado com ataque interior de PP-Vox e as estruturas golpistas do Estado incluído o Rei cujo objetivo como em 1936 é o extermínio do proletariado e as nações oprimidas impedindo a UNIÃO NACIONAL da Galiza e Portugal. Para o inevitável confronto militar nacional e de classe contra o fascismo interior e exterior cumpre o proletariado galego organizado em milícias armadas de ambos sexos para evitarmos acontecer o genocídio franquista como em 1936 e o proletariado português organizado do mesmo jeito para a tomada do poder.

O Reino da Espanha é potência administradora do Saara Ocidental. Pedro Sanchez tem de responder ao ataque DESCOLONIZANDO Saara Ocidental, Ceuta, Melilha e Gibraltar sob os auspícios da ONU – com a Argélia-Frente Polisário, República de El Rife sem Reino de Marrocos, Grã Bretanha republicana, Governo espanhol-Andaluzia. Tem de reconhecer o genocídio perpetrado por Afonso XIII contra a República de El Rife de Abd el-Krim com gás mostarda e cabeças cortadas dos legionários de Franco – eliminar o monolito da rotunda do Jofre em Ferrol. O boicote às festas de Ferrol celebrando a «trata negreira» do M. de Amboage é obrigatório, nós apelamos!

O papel de Franco foi determinante na conformação do Reino de Marrocos enviando o genocída Maomé Ben Mizziam para organizar as suas forças armadas. A necessária intervenção deste no assassinato (31-XII-1954) de Francisco Martínez Leira, Pancho, durante os anos 1953-1955 em que foi enviado por Franco como Capitão-General da Galiza com essa encomenda: O perigo de guerra de libertação social e nacional na Galiza com Pancho vivo era muito grande.

Segundo EGDC, o espanhol e o galego são línguas ANTAGÓNICAS porque o espanhol quer matar o galego. Um exemplo notável desse antagonismo témo-lo agora com o investimento do Concelho de Ferrol-Junta de 476.000 € nas obras da Casa-Museu do Centro Cultural Torrente Ballester, investimento no espanhol falangista do T. Ballester, face o investimento nulo da Casa-Museu de Ricardo Carvalho Calero nos n.º 47-49-51, comprados em 2011 por Irisisarri à cabeça do Concelho de Ferrol. Durante 15 anos o projecto de galego-português republicano de Carvalho Calero ficou em fantasia porque o falangismo de T. Ballester enche os corações e as mentes de Rueda e subserventes. Um Rueda que viola as normas do Parlamento, que teria de ser derrocado por tirano e traidor à sua língua e cultura, a da Galiza.

Continuamos a obra de EGDC com a recensão de autores da literatura portuguesa, de ANTÓNIO NOBRE e de OLIVEIRA MARTINS. A utilização lectiva de uma parte da sua obra relativa à Galiza fora motivo de punição das autoridades do PP a um professor galego.

Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso do seu Album Ao vivo no Coliseu.


14 agosto, 2026

Informativo 14/08/2026

 Sumario:


  • Cazolada por Palestina do, mércores 5 de agosto, no Cantón de Ferrol. Contra o silencio, contra o xenocidio e a impunidade de Israel. Informa Inácio Caranza.
  • Malos tempos na comunidade de Madrid. Rádio FilispiM denuncia a campaña de acoso e abuso de poder coa emisora libre e comunitaria Radio Enlace do barrio de Hortaleza. Informa Vicente Irisarri.
  • O vindeiro 18 de agosto Ferrol con Palestina convoca unha cazolada na Praza Amada García ás 20:00.


Canción peche "Taste" de Hydn.


07 agosto, 2026

A Xanela das Fucas Nº 157 ( 6-8-26)

 

A Xanela das Fucas  Nº 157  (6-8-26))

A  Xanela das Fucas   convidamos   a  Irene   Avila  Carreira  para que  nos fale da súa   exposición , na Vella fabrica de lapis   ¿ E agora  que? Que durara todo o mes de Agosto . En este traballo  aborda a  situación de  como nos sentimos cando  ante un cambio inesperado nos  plans de vida,  todo parece dar un xiro que  che fai sentir  unha sensación profunda de estar perdida. Nese  momento  e  cando xurde a pregunta   ¿ E agora que?.

 Nos fala dos seus  motivos para  estudiar bellas artes  e  das suas   distintas formas de esprexión .

Tamén falamos dos ultimos acontecementos e dos  recentes asesinatos   de mulleres en España.  

Convidada: Irene  Avila Carreira  e   Nerea Avila  Carreira

Fucas que participan:   Chelo Carballal Balsa;   Sonia   Fernández Bellas

Audios:      María   González:  las trece rosas ;   Ana Bernal Treviño:  Publico  Ceuta.  

A música que escoitamos:  A sintonía do programa:  La vita e bella, Nicola Piova;  Onde houbo un ceo , SES; Quererse ben, Mondra; Palestina libre .

 

Colabora na autogestom!

Triodos Bank: ES06-1491-0001-2120-2936-2023

Titular: Associaçom Cultural OPAíí!! [Ondas Para Ativaçom da Informaçom Independente]