VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 19, 5.ª F, 9-VII-2026
Continuamos a comentar a Sentença 155/2026 que estabelece a norma de AGAL, a da AGLP ou o uso do estandar português como galego a todos os efeitos, tudo em base ao relatório e declaração do Elias José Feijó Torres. Se o português é reconhecido como galego a todos os efeitos na sentença – que não senta jurisprudência – podemos afirmar que demos um passo de gigante para continuar a luta em favor do reconhecimento do português como LÍNGUA OFICIAL DA GALIZA. A FEGDC estamos em campanha para RECLAMAR PORTUGUÊS LÍNGUA OFICIAL DA GALIZA JÁ. O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa assinado em Lisboa em 12-X-1990 é o resultado da vida e a obra de Ernesto Guerra Da Cal. A identidade dos argumentos de Elias Torres com os da FEGDC são de destaque. A RAG tem de assumir que não é única autoridade no galego e o Conselho da Cultura Galega cumprir os seus deveres com o português como Observador Consultivo da CPLP. Campanhas de ALFABETIZAÇÃO MACIÇAS com gramáticas e dicionários portugueses seguindo a Biqueira.
Na chegada a Ferrol do barco Anji Forever com 700 veículos chineses, comentamos o crime do desmantelamento de ASTANO durante 42 ininterrumpidos anos para LHE PROIBIR CONSTRUIR BARCOS pensando nas possibilidades atuais de carga de trabalho com 42 ro-ros ou buques porta-veículos dos que dispõe SAIC MOTOR CORPORATION LIMITED para além doutras hipóteses. Continuamos a pensar na racionalidade de reivindicar ASTANO CONSTRUIR BARCOS em benefício da classe operária à que pertencemos. Reclamamos da Junta de Rueda transparência e informação e denunciamos a especulação de XESTUR comprando as naves de EINSA nAs Pontes.
Dedicamos o programa a rever a vida de EGDC desde o seu nascimento em Ferrol em 19-XII-1911 como Ernesto Perez Guerra até 18-IV-1945 em consegue passaporte norte-americano com o nome de Ernesto Guerra Da Cal. A sua infância em Quiroga, a sua adolescência e juventude em Madrid. O seu combate de armas na mão contra o nazi-franquismo, destacando nas Milícias Populares Galegas, criadas por Castelão em Madrid, o posicionamento político e ideológico dele e das MPG do que ele é um dos assinantes a representar as JSU posicionamento que reitera em 1974, após 38 anos, perante Manuel Rodrígues Lapa: «Não hesitei em entrar em combate com as arma na mão contra o Fascismo franquista».
Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso do Album Enquanto há força.




