| ESCRAVATURA DEFENDIDA POR RUEDA-JMREI |
Fizemos uma análise cronológica desde o programa de 2-IV-2026 até hoje para ver os resultados de colocar a questão da escravatura de Ramão Plá e Monge, marquês de Amboage e fazer apelo a combater a indignidade de termos em Ferrol uma estátua, uma praça e festas no seu honor. Os resultados foram a criação do denominado «Coletivo Decolonial» – dentre outras pessoas A. Carro-de-Éguas – e a convocatória feita para em 30-VIII-2026 concentrar-nos contra o tributo ao traficante de escrav@s Ramão Plã que cada ano desde 1893 vem fazendo o Concelho de Ferrol. Achamos que foi um erro não ter convocado para dia 31, em que culminam as ditas festas de São Ramão em honor do traficante de pessoas escravizadas marquês de Amboage e o Concelho faz tributo perante a estátua.
À concentração contra o tráfico transatlântico de pessoas africanas, chinesas e do Iucatão escravizadas, o crime mais grave contra a Humanidade, em que participou o marquês traficante assistimos umas cinquenta meritórias pessoas que pudemos ouvir Marcos Abalde afirmar que nA Havana também havia pessoas escravizadas chinesas trazidas desde Macau por uma companhia da que era acionista principal o marquês, Ramão Plá. Faltou citar as pessoas escravizadas do Iucatão e o papel que necessáriamente teria de ter a Armada espanhola desde o Arsenal de Manila porque o principal beneficiário da escravatura era o rei do imperialismo colonial espanhol. Carlos III, que da nome à Universidade espanhola em que estuda «Ciência da Escravatura» a herdeira do trono, era proprietário de 30.000 pessoas escravizadas e leva o nome de uma rua em Ferrol.
A questão das festas de Ferrol em honor da escravatura do marquês tem tanta dimensão em termos de falta de consciência de muitas pessoas (100.000 na boca de JMRei?) que no ano 2018, Bastarretxea, concelhal de Cultura de Ferrol em Comum, organizou festas em honor escravatura e outorgou sem concurso a Bruno Lopes Teixeiro o desenho do cartaz das festas em honor da escravatura do marquês. Nós reiteramos a indignidade de participar em festas com este carácter e continuamos a exigir a pertinente auto-crítica e RECTIFICAÇÃO, hoje contundentemente contra o fascismo de Rueda-JMRei, financiadores com mais de um milhão de Euros de esta indignidade do culto à escravatura, acompanhados de Reina do PSOE encabeçado por Mato, outro dos da indignidade festeira.
Reiteramos ao Coletivo Decolonial ter a deferência de contar connosco para a tarefa de combater a indignidade do culto à escravatura que realiza a Junta de Rueda, o Concelho de Ferrol e acompanhantes – podemos contribuir com muita coisa. Temos de exigir que Junta-Concelho assumam a Resolução da ONU de 25-III-2026. A retirada da estátua do marquês e mudar o nome da praça pelo de Ernesto Guerra Da Cal. E sobretudo deixar de festejar a escravatura com as ditas festas de São Ramão, santo do marquês. Exigir ao JMRei cópia de toda a documentação para festejar a trata negreira do marquês e a derrogar, o Concelho pedindo perdão pelo seu INAUDITO RACISMO festeiro que deveria ser punido pelo julgado competente.
Em Ferrol levamos décadas combatendo esta indignidade desde Roberto Casteleiro, o «Caladinho» do filme «Sempre Jonja» até artigos por mim escritos denunciando as mentiras de Burgoa a respeito. Devemos continuar a investigação e conhecimento da questão nomeadamente na participação da monarquia cabeça do imperialismo colonial espanhol através da Armada.
A respeito de Ceuta e do que está a acontecer, cada vez há mais vozes que apelam ao combate contra o fascismo de PP-Vox, à mobilização popular contra o golpismo de 1936 que continua pelos mesmos ou os seus descendentes, o golpismo nazi-franquista. Nós já prognosticarámos o INEVITÁVEL choque armado com as hordas fascistas de Aznar-Feijó-Abascal mais militares, PN, GC, capitalistas, clero, funcionariado e os mídia. PREVISÍVEL E INEVITÁVEL choque armado. Temos de nos preparar, o proletariado organizado em milícias armadas de ambos sexos. Temos de ter a organização e a força para derrotar o fascismo para não acontecer na Galiza como em 1936. Temos de armar-nos, individual e coletivamente. Cada proletário, proletária, a sua arma. Os sindicatos têm de organizar a formação militar da filiação e não filiação, armazenar armas, construir armas. «Un libro rojo para Lenin» de Roque Dalton, guerrilheiro salvadorenho, é recomendável ler a respeito.
O proletariado e o povo de El Salvador, Honduras, Costa Rica, Panamá, Colómbia, Equador, Peru, Bolívia, Chile, Argentina e Paraguai, estão obrigados a se UNIR no combate contra a gigantesca fraude eleitoral, dirigida pelo argentino Fernando Cerimedo, estão criadas as condições para um gigantesco combate da América Central e a América do Sul UNIDAS para derrotar o fascismo EUA-Israel.
Em 19-VIII-2026, porta-contentores chinês chegou a Murmanks através do Ártico embora as fragatas espanholas de manobras com Trump.
Demos leitura a uma boa parte da recensão de EGDC dedicada à literatura portuguesa.
Tudo acompanhado com a música do Zeca Afonso da Edição Comemorativa.

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