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23 setembro, 2026

 

Faladoiro nº 26  (22-9-26) :  INFORME  PISA

De volta de vacacións do verán abordamos un tema que nos ultimos días aparece  moito na prensa,  coincidindo co inicio de curso , o ultimo informe Pisa e as cualificacións obtidas polos escolares españois.

 Convocamos a profesionais do ambito da educación e o presidente da federación comarcal das Ampas

 Comezamos lembrando o que é o informe Pisa e unha primeira valoración do mesmo en principio non moi positiva. Aos poucos aparecen aspectos que levan á reflexión do que significa as novas tecnologias  nas  nosas  interaciones sociais comparandolas con outros momentos cando estas non estaban   presentes  e  como pode influir   no ambito educativo.

Quedaron varios aspectos pendentes para abordar en proximos faladoiros.

Audios: Sintonia do faladoiro .

Convidad@s :    Henrique  Dacosta; Ruben Amado; Xaime Acuña.

Participan: Ignacio,  Vicente,  Cesio,   Chelo,  

 

19 setembro, 2026

REFLEXIÓNS DENDE CANIDO (18-9-26)

 

Programa  Nº 26 (18-9-26)

Reflexións  dende  Canido  despois  do paron do mes de   agosto    reinician o programa  e  se incorpran a rutina  do dia a dia.

Se reincorpra   un antiguo  membro  e   estan ausentes alguns  dos  habituales  que si  participaran  nos seguintes programas.

 Falamos de  temas   da actualidade do momento   como a situación de Ceuta , do precio dos carburantes, dos viaxes do inserso ,dunha recomen dación literaria ,   das películas  que se poden ver   estos días nos cines de Ferrol,  e  a  sección fixa de  “Récord Giness” con Pedro.

Participantes:  Maribel Suances;  Carlos  Allegue , Miguel  L, Sergio Sanchez; Pedro  Batista; Zaida  e Aida.   
Música que escoitamos:  Sintonía Don't stop me now, (Queen);  I´ll Stand by you  ( The Pretenders); The show must go on  (Queen);  Ojos  color sol  (Calle 13 feat ,Silvio Rodriguez);  Sultans of Swing (Dire Straits); I Wil survive  (Gloria Gaynor); Voa o aire ( Xabier Díaz  e adufeiras do salitre); Listen to your Heart  ( Roxette).

 

12 setembro, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 27, 5.ª F, 10-IX-2026

 

VITORIOSO COMBATENTE
HOUTHI DESCALÇO

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 27, 5.ª F, 10-IX-2026

Começamos o programa com a nova da aparição dos restos de algumas das vítimas do genocídio franquista enterradas nas valas comuns do cemitério de Serantes em Ferrol; haverá que verificar mas parece que são algumas das dezaoito fuziladas em 11-X-1936, dentre elas o meu avó, o pai da minha mãe, Jenaro Baltasar Lopes.

A seguir comentamos as consequências que tem para a convivência das pessoas o facto de que haja em Ferrol cerca de treze mil cães recenseados, particularmente para as da classe operária em bairros como o de Carança. Denunciamos as campanhas das classes dominantes fomentando a posse de cães entre o proletariado, nos bairros obreiros, sabedores dos efeitos negativos que isto produz em termos de convivência, higiene individual e colectiva. Como mentem a respeito do cão, palavra cujos significados têm uma conotação muito negativa. Criam a mística enganosa do amor pelos animais, o animalismo, mais uma animalada dos capitalistas. Nunca falam da fauna e a flora e da necessidade de a cuidar, conservar e recuperar. Apenas falam do cão, ocultando e disfarçando a palavra que tem conotações tão negativas trocando-a por mascota, animal de companhia e assim por diante para poder criar nas pessoas um artificial e exagerado sentimento de amor pelos cães que os torna o centro da sua vida, não vivem mais do que para o cão, a suprema felicidade, querem mais o seu cão do que os familiares, filhos, filhas, querem mais o cão do que as pessoas. Chegaram ao estremo de difundir a superstição de lhe atribuir ao cão propriedades curativas, terapéuticas. A idolatria pelo cão torna as pessoas proprietárias em seres que agridem outras pessoas quando lhes lembram os seus deveres com o cão em termos de higiene pública e sujeição.

Falamos do direito ao sossego e a dormir durante a noite na própria morada que é vulnerado por causa de ruídos fortes e continuados que vêm de fora da sua morada. Uma questão que em Ferrol dura décadas pela dita diversão nocturna dos joves e não tão joves, consistente em ingerir álcool ou se emborrachar em grupo. Os poderes públicos, os representantes dos capitalistas fomentam o consumo de drogas e álcool para mais e melhor embrutecer a gente nova e desativar a sua rebeldia.

As denominadas festas patronais, todas de carácter religioso, são às que a Junta de Rueda dou todas as facilidades legais para que comissões de festas ou associações da vizinhança possam comodamente organizar umas festas nas que o consumo de droga e álcool é notável para além do ruído das orchestras e altifalantes dos feirantes com que as moradas próximas são invadidas tendo como resultado impedir o descanso e o sono das pessoas que moram nelas. Todas as comissões de festas organizam solenes missas e procisão com foguetada, tracas, bombas de palenque e bombas de decibélios das orchestras durante a noite toda sem que a inspeção de horários e a medição de ruídos seja controlada pela Concelho de Ferrol que tem as competências legais. A comissão de festas de Carança às 24h00 lançou coloridos fogos com ruídos alegadamente superiores aos 80 db sem a pertinente intervenção do Concelho para livrar as pessoas que moram na Av. do Mar e em Carança do ruído. Onde se sabe que mediram a intensidade do sonido foi perto do Centro Cívico de Canido talvez para punir a atividade cultural. As danos que produz o ruído entre as pessoas são responsabilidade de Natália Muinhos e Rubem, únicos integrantes da comissão de festas em honor de Santa Marinha na paróquia de O Vilar também como de aparecer fotografados em La Voz de Galicia fazendo ostentação do muito que gostam dos calhos; não sabemos se também gostarão da sopa e da carne assada para completar a ementa ou menu que no franquismo se servia nas vodas.

Relativamente às festas de Ferrol, as festas de São Ramão, as festas em honor do Marquês de Amboage, as festas em honor da escravatura com que se enriqueceu o marquês, se pode afirmar que violaram o artigo 510 do código penal do Reino da Espanha Rueda, presidente da Junta e JMRei, alcaide do Concelho de Ferrol, ambos os dois perpetraram o crime de ódio contra as pessoas escravizadas e os seus descendentes, contra os povos e os governos de África e teremos que tomar iniciativas para que paguem pela sua responsabilidade neste crime. Apelamos para que as iniciativas sejam apoiadas o mais amplamente possível. Porque a este crime se tem de acrescentar o crime do investimento de 1,065 milhões de Euros, as duas terceiras partes do Concelho e o terço restante pela Junta, um atentado contra as pessoas pobres e vulneráveis que precisam da ajuda pública. Um atentado contra as pessoas utentes que se estão a mobilizar contra dos serviços sanitários insuficientes do SERGAS dirigido por «Mengeles» às ordens do conselheiro Caamanho e de Rueda que abandona e posto de trabalho, as suas funções como presidente e vai para Madrid de «varanda» sem sabermos quem pagou as despesas da viagem. Nós achamos que organizar e mobilizar A UNIÃO dos de das pacientes na Galiza na defesa dos seus interesses é a tarefa imediata e futura para democratizar e derrotar os «Mengeles» que tiranizam e estão a destruir a atenção sanitária desde o SERGAS. Utilizamos como exemplo a luta dita «das preferentes» na Galiza em que participamos construindo e organizando a UNIDADE com resultados possantes e imediatos. Em muito pouco tempo a UNIDADE das organizações existentes em cada localidade dou como resultado uma contundente derrota de Rajoy que foi obrigado pela UE com um memorando de entendimento a tomar as medidas pertinentes para que todas as pessoas espoliadas dos seus salários poupados recuperassem quase a totalidade do que era seu. Nós pensamos que este exemplo próprio da Galiza, nosso, pode ser um referente para que a UNIDADE da luta dos e das pacientes derrote as «Mengeles» do SERGAS e Rueda.

Continuamos a leitura da recensão que EGDC fez da literatura portuguesa até a acabar.

Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso da Edição Comemorativa.





10 setembro, 2026

JBMP#171 - Novidades 2026 Vol. 5

 O programa de hoje, o primeiro da oitava temporada, está preenchido com o quinto volume de novidades discográficas portuguesas deste ano 2026.

"Jardim à beira mar plantado" é um programa de música portuguesa com um marcado carácter anticapitalista e antifascista produzido na Rádio Filispim conduzido por Jorge Mirancos.
Para qualquer contacto escrever ao email: jorgemirancos@gmail.com


Lista de temas:
01- "Good morning" por Cabrita
02- "Boa nova" por Alice Boavista
03- "Uma vida a menos" por Ana Lua Caiano
04- "Por este rio acima" por Do cabo do mundo
05- "Gol anulado" por Elis Regina
06- "Ris Chin Pun" por Irmaus da raia seca Ft. Bouba
07- "Agora" por The Acoustic Foundation
08- "Sobras das sombras" por Orca
09- "Otomoto" por Otoma-Kobito
10- "Fado do passado" por Rita Braga
11- "De vitória em vitória" por Mão Verde
12- "Zamburra" por Segue-me à capela
13- "Wood and wool" por Pullmao Ft. Martin Harley

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