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18 julho, 2026

Reflexións dende Canido Nº 25 (17-7-26)

 

Programa  Nº 25 (17-7-26)

 Realizamos o programa Nº25. Hoxe tamen temos a ausencia de  alguns compañeiros  que hoxe    estan traballando .

Falamos  do  acordo de Gibraltar ,   da manifestacion do Orgullo  e da visibilidada das persoas   de Xenero  non Binario; das pesacseria   e da demanda de peixe   azúl,   da  cartelera de cine  e dos proximos esteos;  dos lumes    en   Almeria,  das  festas do Carmen  e as proximas   de Santiago   do Apostol.

Rematamos   ca  seccion de Records Guiness  a cargo  hoxe   de  Roberto  de distintos temos.   

Participantes:      Suso  Mosquera,   Maribel Suances  . Robert Suarez, , Miguel  L, Sergio Sanchez.
Música que escoitamos:  Sintonía Don't stop me now, (Queen);  Brothers in Arms  (Dire  Straits) ;  My Way  (Fran Sinatra);  Smoke on the  watrer (Deep Purple);  Balada de Toolito  ( Joaquin  Sabina);   Hoxe  maña  e sempre  ( Tanxugueiras e Valeria Castro)  Himno de la alegria (Miguel Rios);  Adios rios , adios fontes (Amancio  Prada).  

 

A Xanela das Fucas Nº 155 (16-7-26)


A Xanela das Fucas  Nº 155  (16-7-26))

A  Xanela das Fucas   convida a   Helga  Méndez  para que nos   comente  como se  elaborou  o proxecto  “O Contraluz da memoria” , fruto   dos talleres   de Teatro Veciñal ,  que organiza o Concello de Ferrol  e xestionado  pola plataforma  Culturactiva.

Nos relata o traballo de investigación dos personaxes  da cultura de Ferrol  realizado por as persoas participantes nestes talleres.

Nos  fala do  estimulante que  lle resoltou  este traballo  e do que supon   de descubrimenteo da  realidade  do  entorno  no que vivimos.

 Tamén nos comenta proxectos   futuros   que realizará  co grupo de Artabria  e algún mais que aínda está en fase embrionaria.

Agradecemos que Helga  sempre  faiga un alto nas suas tarefas  para  acompañarnos na radio .  

Felicitamos a  cantautora ferrolana   Lidia India  polo premio  Martín Códax no apartado de  Musicas do Mundo e  Mestizaxe.

Comentamos   alún audio de temas de actualidade .

Convidada: Helga  Méndez .

Fucas que participan:   Chelo Carballal Balsa; Sonia Fernández Bellas

Audios: Ley del no concebido, Cristina Fallarás ,Congreso dos  Diputados  Francina  Armengol. .   

A música que escoitamos:  A sintonía do programa:  La vita e bella, Nicola Piova;  O que corpo aghuante , Lidia  India; Cumbia  palestina, Varios.

  

 

 

16 julho, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 20, 5.ª F, 16-VII-2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 20, 5.ª F, 16-VII-2026

Comentamos a sentença condenatória do irmão de Pedro Sanchez, David Sanchez Perez-Castrejon, resultado de demanda de PP-Vox e satélites afirmando o que outros publicaram: Quem prevaricou foram os que ditaram a sentença, impunes. Mais um ato golpista do fascismo que quer a derrocada de Sanchez sem que este reaja com uma Lei Anti-fascista que desorganize e acabe Vox-PP, apoiando-se no proletariado organizado em milícias armadas de ambos sexos para a tomada do poder do Estado, revolução socialista e liberdade das nações oprimidas particularmente a Galiza UNIDA a Portugal.

Comparamos com Azanha através de uma foto de 10-V-1936 acompanhado de Franco e Mola que tinham já determinado o golpe para EXTERMÍNIO dos «rojos» republicanos. Uma vez iniciado o golpe, a negativa dos Governos republicanos a armar o proletariado e o povo é derrotada e derrocados os Governos para o proletariado armado tomar o poder em diferentes cidades, e nações oprimidas. A tomada de Ferrol pelos golpistas significou não só o genocídio do povo galego mas também, com o apoio imediato de Hitler, a derrota e genocídio do proletariado e das forças republicanas, significou quarenta anos de ditadura franquista e cinquenta de ditadura franquista sem Franco.

O Plano da Língua Galega apresentado pela Junta de Rueda, ontem dia 15-VII-2026 foi notícia. Jacobe Ferreiro em Nós Diário escreve: O conflito linguístico cinquenta anos depois e referência o livro de Francisco Rodrigues de 1976, «Conflito linguístico e ideoloxia na Galiza» atribuindo-lhe determinados méritos. Omite que o livro foi publicado para tomar posição contra as teses de Rodrigues Lapa-EGDC, isto é, tomar partido por Ramão Pinheiro que escrevia contra essas teses em 1973. A colisão entre as duas ideias acerca do galego, galego-português ou galego-espanhol, começam com virulência nesse momento e chegam até nós sem que seja assumida socialmente a identidade do galego e o português, nomeadamente a ORTOGRAFIA. A sintese a respeito poderia ser 50 anos empregando a ORTOGRAFIA espanhola contra a ORTOGRAFIA do galego empregue durante séculos e que felizmente cada vez mais pessoas e organizações usam.

Rebelamo-nos contra José Luís Garcia e Nós Diário porque as patranhas do primeiro publicadas pelo segundo a respeito de Joham Fernandes de Andeiro, devem ser denunciadas e não toleradas em qualquer jornal. João Fernandes de Andeiro dedicou a sua vida e a sua morte para a REUNIFICAÇÃO DA GALIZA E PORTUGAL que foi conseguida sob o rei de Portugal D. Fernando, aclamado e apoiado pela nobreza galega. O ataque, invasão e ocupação da Galiza e Portugal do usurpador Henrique de Trastámara e as Companhias Brancas, obrigou ao EXÍLIO em Portugal de uma boa parte da nobreza galega. O assassinato do Andeiro, foi um crime político parece que motivado pelo seu empenho em unir a Galiza com Portugal que o bando emergente do Mestre de Avís, num Portugal invadido e ocupado, não queria; queriam dar VOZ por Portugal e por São Jorge face a Galiza castelhana e por Santiago. No período das vitórias de Atoleiros e Aljubarrota, esta graças à aliança inglesa, lavrada pelo conde de Andeiro ou conde de Ourém, Nuno Alvares Pereira está a atravessar o Minho para a tomada de Compostela e portanto da Galiza aquando o Mestre de Avís o chama a Braga. Os daninhos patranheiros de ortografia espanhola colidem com o pensamento e a obra de Castelão.

Falamos do Congresso Internacional acerca da guerrilha galega em O Entrimo para janeiro de 2027 organizado pelo Comité pela Memória Democrática do Vale do Lima e do interesse que tem. Destacamos o facto da presença da Legião espanhola no Sul de Ourense e na Seabra para acabar com a guerrilha, segundo Harmut Heine, que também afirma os refúgios da guerrilha baixo os rios, vinte anos antes do que os guerrilheiros vietnamitas.

Enlaçamos com o Congresso Internacional a Resistência da Galiza ao Franquismo realizado em Ferrol em 2007 do que limos o programa porque achamos que embora os anos passados tem muita atualidade. Acabamos o programa falando da atividade de EGDC como agente secreto ao serviço da República, integrando o SIM do Exército Popular da República.

Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso do Album Fura-Fura de 1979.




 

10 julho, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 19, 5.ª F, 9-VII-2026

EÇA DE QUEIRÓS

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 19, 5.ª F, 9-VII-2026

Continuamos a comentar a Sentença 155/2026 que estabelece a norma de AGAL, a da AGLP ou o uso do estandar português como galego a todos os efeitos, tudo em base ao relatório e declaração do Elias José Feijó Torres. Se o português é reconhecido como galego a todos os efeitos na sentença – que não senta jurisprudência – podemos afirmar que demos um passo de gigante para continuar a luta em favor do reconhecimento do português como LÍNGUA OFICIAL DA GALIZA. A FEGDC estamos em campanha para RECLAMAR PORTUGUÊS LÍNGUA OFICIAL DA GALIZA JÁ. O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa assinado em Lisboa em 12-X-1990 é o resultado da vida e a obra de Ernesto Guerra Da Cal. A identidade dos argumentos de Elias Torres com os da FEGDC são de destaque. A RAG tem de assumir que não é única autoridade no galego e o Conselho da Cultura Galega cumprir os seus deveres com o português como Observador Consultivo da CPLP. Campanhas de ALFABETIZAÇÃO MACIÇAS com gramáticas e dicionários portugueses seguindo a Biqueira.

Na chegada a Ferrol do barco Anji Forever com 700 veículos chineses, comentamos o crime do desmantelamento de ASTANO durante 42 ininterrumpidos anos para LHE PROIBIR CONSTRUIR BARCOS pensando nas possibilidades atuais de carga de trabalho com 42 ro-ros ou buques porta-veículos dos que dispõe SAIC MOTOR CORPORATION LIMITED para além doutras hipóteses. Continuamos a pensar na racionalidade de reivindicar ASTANO CONSTRUIR BARCOS em benefício da classe operária à que pertencemos. Reclamamos da Junta de Rueda transparência e informação e denunciamos a especulação de XESTUR comprando as naves de EINSA nAs Pontes.

Dedicamos o programa a rever a vida de EGDC desde o seu nascimento em Ferrol em 19-XII-1911 como Ernesto Perez Guerra até 18-IV-1945 em consegue passaporte norte-americano com o nome de Ernesto Guerra Da Cal. A sua infância em Quiroga, a sua adolescência e juventude em Madrid. O seu combate de armas na mão contra o nazi-franquismo, destacando nas Milícias Populares Galegas, criadas por Castelão em Madrid, o posicionamento político e ideológico dele e das MPG do que ele é um dos assinantes a representar as JSU posicionamento que reitera em 1974, após 38 anos, perante Manuel Rodrígues Lapa: «Não hesitei em entrar em combate com as arma na mão contra o Fascismo franquista».

Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso do Album Enquanto há força.




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