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| CEMITÉRIO SERANTES GENOCÍDIO FRANQUISTA |
VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 29, 5.ª F, 24-IX-2026
Sinalamos a coincidência, a identidade do contido ideológico das pintadas na sede da Cruz Vermelha em Ferrol com o das manifestações «Ceuta espanhola» do 2-IX-2026 encabeçadas por JMRei e o governo municipal ferrolano e a de Compostela encabeçada por Rueda e governo galego. Apelamos a acudir à concentração contra o fascismo em Ferrol na sexta-feira, 25-X-2026 que tem de ser contra o fascismo do PP-Vox, contra Rueda e JMRei.
Salientamos que o fascismo espanhol é corrupto, caso Conselheiro de Emprego, José González que oculta que tem o 39 % de Mirador de Banga SL, empresa domiciliada na mesma sede da empresa familiar Casal Armão. Há muito tempo que o PP se pode definir como uma banda de delinquentes, de ladrões, organizados para mais e melhor roubar desde os Governos, desde os Concelhos. O governo do PP encabeçado por Rueda esta integrado por pessoas que vêm à política para se enriquecer pessoalmene, eles ou elas e os seus familiares com consequências para o povo galego de mortes, mutilações particularmente no SERGAS.
O fascismo espanhol do PP é racismo anti-galego, é linguicídio, é extermínio e eliminação da língua e a cultura galega; é a imposição, a tirania do espanhol, do castelhano, da letra ENHE. A paralise da UE para não oficializar o galego RAG é o resultado de o português ser língua oficial e de trabalho na UE e de que todo o mundo sabe que galego e português é a mesma língua. A UE reconhece o austríaco como alemão e tem de reconhecer o galego como português também como o português na Galiza tem de ser declarado língua oficial já! É uma questão de a força do proletariado e o povo galego unido derrocar Rueda a meio da insurreição.
Analisamos a questão do vivenda em Ferrol que é muito diferente da de Compostela. Em Ferrol o decrescimento demográfico está na raiz do elevado número de vivendas vazias. Ferrol perdeu 27.564 habitantes entre 1981 e 2024. Em Ferrol, a luta proletária em favor do direito à vivenda teve capítulos de tanta eficacia como a dos anos 1977-1983 em que foram conseguidas, conquistadas mais de mil vivendas para despossuídos trabalhadores e trabalhadoras, para além de forçar a criação do Instituto Galego de Vivenda e Solo que encheu a Galiza de vivendas sociais embora a imensa corrupção que acompanhou e que continua com Heriberto Garcia Porto com 84.470 €/ano. Fraga, Cuinha Crespo e JA Redondo Lopes se destacaram como corruptos, este último chegou a adjudicar a construção de vivendas a Àguas Minerais Sousa, sem licença para construir e sem estar inscrita no registo de empresas construtoras do IGVS; só porque Sousa era do PP. A questão foi denunciada pelo Conselho de Contas em 1995 e o director do IGVS, o Redondo Lopes, eliminou da web o relatório relativo ao IGVS desse ano. Temos de destacar a Teresa Táboas, Conselheira de Vivenda do BNG, e o seu plano de construção de vivendas sociais no bairro do Bertão em Ferrol que continua sem se implementar desde 2009. A ausência de reivindicação ao IGVS desde esse ano para cumprir os seus deveres criou uma facilidade inaudita para a corrupção.
O problema da vivenda em Ferrol para o proletariado é o bairro de Carança e a construção de vivendas sociais no bairro do Bertão da que faz propaganda goebeliana o fascismo do PP sem que haja reivindicação anti-fascista. Carança tem de recuperar a Coordenadora de Vivendas do Bairro para reivindicar ao IGVS a conservação e reparação das vivendas.
A Compostela, com 100.000 habitantes, chegam manadas desbocadas de peregrinos fascistas chamados por Rueda para Jacobeus sem fim. Uns invasores que o fascista Rueda recebe com os braços abertos para destruirem o património da capital da Galiza, o nosso património, no entanto Rueda se manifesta contra os invasores de Ceuta e contra a imposição do galego.
Ferrol não é Compostela. O fulcral em Ferrol em vivenda é Carança-Bertão.
A respeito da Escola de Especialidades António de Escanho e outras da Armada espanhola questionamos a necessidade da sua existência. Nós achamos que não são necessárias mais do que para a formação ideológica nos valores tradicionais da Armada, isto é, o feudalismo da nobreza de forca e cutilo, o golpismo de 1936 e a bandeira roji-walda com testículos e touro que orna o vídeo do sistema de combate e a rigorosa PROIBIÇÃO da língua e a cultura galega.
Tudo acompanhado da música de Sérgio Godinho do seu Álbum Pre-Histórias de 1972


