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| ESCRAVATURA DEFENDIDA POR RUEDA-JMREI |
VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 26, 5.ª F,
3-IX-2026
Fizemos
uma análise cronológica desde o programa de 2-IV-2026 até hoje
para ver os resultados de colocar a questão da escravatura de Ramão
Plá e Monge, marquês de Amboage e fazer apelo a combater a
indignidade de termos em Ferrol uma estátua, uma praça e festas no
seu honor. Os resultados foram a criação do denominado «Coletivo
Decolonial» – dentre outras pessoas A. Carro-de-Éguas – e a
convocatória feita para em 30-VIII-2026 concentrar-nos contra o
tributo ao traficante de escrav@s Ramão Plã que cada ano desde 1893
vem fazendo o Concelho de Ferrol. Achamos que foi um erro não ter
convocado para dia 31, em que culminam as ditas festas de São Ramão
em honor do traficante de pessoas escravizadas marquês de Amboage e
o Concelho faz tributo perante a estátua.
À
concentração contra o tráfico transatlântico de pessoas
africanas, chinesas e do Iucatão escravizadas, o crime mais grave
contra a Humanidade, em que participou o marquês traficante
assistimos umas cinquenta meritórias pessoas que pudemos ouvir
Marcos Abalde afirmar que nA Havana também havia pessoas
escravizadas chinesas trazidas desde Macau por uma companhia da que
era acionista principal o marquês, Ramão Plá. Faltou citar as
pessoas escravizadas do Iucatão e o papel que necessáriamente teria
de ter a Armada espanhola desde o Arsenal de Manila porque o
principal beneficiário da escravatura era o rei do imperialismo
colonial espanhol. Carlos III, que da nome à Universidade espanhola
em que estuda «Ciência da Escravatura» a herdeira do trono, era
proprietário de 30.000 pessoas escravizadas e leva o nome de uma rua
em Ferrol.
A
questão das festas de Ferrol em honor da escravatura do marquês tem
tanta dimensão em termos de falta de consciência de muitas pessoas
(100.000 na boca de JMRei?) que no ano 2018, Bastarretxea, concelhal
de Cultura de Ferrol em Comum, organizou festas em honor escravatura
e outorgou sem concurso a Bruno Lopes Teixeiro o desenho do cartaz
das festas em honor da escravatura do marquês. Nós reiteramos a
indignidade de participar em festas com este carácter e continuamos
a exigir a pertinente auto-crítica e RECTIFICAÇÃO, hoje
contundentemente contra o fascismo de Rueda-JMRei, financiadores com
mais de um milhão de Euros de esta indignidade do culto à escravatura,
acompanhados de Reina do PSOE encabeçado por Mato, outro dos da
indignidade festeira.
Reiteramos
ao Coletivo Decolonial ter a deferência de contar connosco para a
tarefa de combater a indignidade do culto à escravatura que realiza
a Junta de Rueda, o Concelho de Ferrol e acompanhantes – podemos
contribuir com muita coisa. Temos de exigir que Junta-Concelho
assumam a Resolução da ONU de 25-III-2026. A retirada da estátua
do marquês e mudar o nome da praça pelo de Ernesto Guerra Da Cal. E
sobretudo deixar de festejar a escravatura com as ditas festas de São
Ramão, santo do marquês. Exigir ao JMRei cópia de toda a
documentação para festejar a trata negreira do marquês e a
derrogar, o Concelho pedindo perdão pelo seu INAUDITO RACISMO
festeiro que deveria ser punido pelo julgado competente.
Em
Ferrol levamos décadas combatendo esta indignidade desde Roberto
Casteleiro, o «Caladinho» do filme «Sempre Jonja» até artigos
por mim escritos denunciando as mentiras de Burgoa a respeito.
Devemos continuar a investigação e conhecimento da questão
nomeadamente na participação da monarquia cabeça do imperialismo
colonial espanhol através da Armada.
A
respeito de Ceuta e do que está a acontecer, cada vez há mais vozes
que apelam ao combate contra o fascismo de PP-Vox, à mobilização
popular contra o golpismo de 1936 que continua pelos mesmos ou os
seus descendentes, o golpismo nazi-franquista. Nós já
prognosticarámos o INEVITÁVEL choque armado com as hordas fascistas
de Aznar-Feijó-Abascal mais militares, PN, GC, capitalistas, clero,
funcionariado e os mídia. PREVISÍVEL E INEVITÁVEL choque armado.
Temos de nos preparar, o proletariado organizado em milícias armadas
de ambos sexos. Temos de ter a organização e a força para derrotar
o fascismo para não acontecer na Galiza como em 1936. Temos de
armar-nos, individual e coletivamente. Cada proletário, proletária,
a sua arma. Os sindicatos têm de organizar a formação militar da
filiação e não filiação, armazenar armas, construir armas. «Un
libro rojo para Lenin» de Roque Dalton, guerrilheiro salvadorenho, é
recomendável ler a respeito.
O
proletariado e o povo de El Salvador, Honduras, Costa Rica, Panamá,
Colómbia, Equador, Peru, Bolívia, Chile, Argentina e Paraguai,
estão obrigados a se UNIR no combate contra a gigantesca fraude
eleitoral, dirigida pelo argentino Fernando Cerimedo, estão criadas
as condições para um gigantesco combate da América Central e a
América do Sul UNIDAS para derrotar o fascismo EUA-Israel.
Em
19-VIII-2026, porta-contentores chinês chegou a Murmanks através do
Ártico embora as fragatas espanholas de manobras com Trump.
Demos
leitura a uma boa parte da recensão de EGDC dedicada à literatura
portuguesa.
Tudo
acompanhado com a música do Zeca Afonso da Edição Comemorativa.