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10 setembro, 2026

JBMP#171 - Novidades 2026 Vol. 5

 O programa de hoje, o primeiro da oitava temporada, está preenchido com o quinto volume de novidades discográficas portuguesas deste ano 2026.

"Jardim à beira mar plantado" é um programa de música portuguesa com um marcado carácter anticapitalista e antifascista produzido na Rádio Filispim conduzido por Jorge Mirancos.
Para qualquer contacto escrever ao email: jorgemirancos@gmail.com


Lista de temas:
01- "Good morning" por Cabrita
02- "Boa nova" por Alice Boavista
03- "Uma vida a menos" por Ana Lua Caiano
04- "Por este rio acima" por Do cabo do mundo
05- "Gol anulado" por Elis Regina
06- "Ris Chin Pun" por Irmaus da raia seca Ft. Bouba
07- "Agora" por The Acoustic Foundation
08- "Sobras das sombras" por Orca
09- "Otomoto" por Otoma-Kobito
10- "Fado do passado" por Rita Braga
11- "De vitória em vitória" por Mão Verde
12- "Zamburra" por Segue-me à capela
13- "Wood and wool" por Pullmao Ft. Martin Harley

07 setembro, 2026

A XANELA DAS FUCAS Nº 159 (3-9-26)

 

A Xanela das Fucas  Nº 159  (3-9-26))

A  Xanela das Fucas   se   encontra  con personas  que participan no  festival  de arte urbano  das  Meninas de Canido Ferrol  que  se celebra en Ferrol os días do 4 o 6  Setembro  a súa 18 edicción.

O festival de as Meninas de Canido Ferrol non é só un evento, é un movemento cultural cunha historia fascinante que se remonta a 2008. Foi entón cando o pintor ferrolán Eduardo Hermida, veciño do barrio de Canido, tivo unha visión: combater a deterioración e o despoboamento que sufría a súa comunidade cubrindo as fachadas abandonadas con reinterpretacións do soado cadro "As Meninas" de Velázquez. O que comezou como un acto de rebeldía artística converteuse nunha iniciativa de recoñecemento internacional.

 Hoxe acompáñanos Carmen, Alexandra e Sfhir para falar da súa participación nesta edicción . Relatan o que significa para eles a arte e como foron os seus inicios na realizacion de murais.   Como un profesor foi   capaz de vehiculizar  unha acción  que podia ser  considerada  unha  gamberrada en unha  accion artistica e co paso do tempo unha profesión.

Señalamos a importancia da educación como  algo definitivo na vida  das persoas.  

Tamen  se  comentan as dificultades para conseguir nalgúns casos os accesorios para poder realizar a obra    nas condicions mais  favorables.

 Agarecemoslles  que nos dediquen un tempo estes días nos que teñen  que aprobeichar as maiores horas de luz posible ......

Grazas  artistazos.....

Convidadas:    Carmen  Martin ;  Aleksandra  Pelevic´; Sfhir ( Hugo Lomas)

Fucas que participan:   Chelo Carballal Balsa;   Sonia   Fernández Bellas; Eva Tizón Bouzas..

Audio:      Vida de Ramón Pla  .

A música que escoitamos:  A sintonía do programa:  La vita e bella, Nicola Piova;  Non saberei darche as grazas,Lucia  Perez;  Palestina Libre. 

04 setembro, 2026

VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 26, 5.ª F, 3-IX-2026

 

ESCRAVATURA DEFENDIDA POR RUEDA-JMREI
VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 26, 5.ª F, 3-IX-2026

Fizemos uma análise cronológica desde o programa de 2-IV-2026 até hoje para ver os resultados de colocar a questão da escravatura de Ramão Plá e Monge, marquês de Amboage e fazer apelo a combater a indignidade de termos em Ferrol uma estátua, uma praça e festas no seu honor. Os resultados foram a criação do denominado «Coletivo Decolonial» – dentre outras pessoas A. Carro-de-Éguas – e a convocatória feita para em 30-VIII-2026 concentrar-nos contra o tributo ao traficante de escrav@s Ramão Plã que cada ano desde 1893 vem fazendo o Concelho de Ferrol. Achamos que foi um erro não ter convocado para dia 31, em que culminam as ditas festas de São Ramão em honor do traficante de pessoas escravizadas marquês de Amboage e o Concelho faz tributo perante a estátua.

À concentração contra o tráfico transatlântico de pessoas africanas, chinesas e do Iucatão escravizadas, o crime mais grave contra a Humanidade, em que participou o marquês traficante assistimos umas cinquenta meritórias pessoas que pudemos ouvir Marcos Abalde afirmar que nA Havana também havia pessoas escravizadas chinesas trazidas desde Macau por uma companhia da que era acionista principal o marquês, Ramão Plá. Faltou citar as pessoas escravizadas do Iucatão e o papel que necessáriamente teria de ter a Armada espanhola desde o Arsenal de Manila porque o principal beneficiário da escravatura era o rei do imperialismo colonial espanhol. Carlos III, que da nome à Universidade espanhola em que estuda «Ciência da Escravatura» a herdeira do trono, era proprietário de 30.000 pessoas escravizadas e leva o nome de uma rua em Ferrol.

A questão das festas de Ferrol em honor da escravatura do marquês tem tanta dimensão em termos de falta de consciência de muitas pessoas (100.000 na boca de JMRei?) que no ano 2018, Bastarretxea, concelhal de Cultura de Ferrol em Comum, organizou festas em honor escravatura e outorgou sem concurso a Bruno Lopes Teixeiro o desenho do cartaz das festas em honor da escravatura do marquês. Nós reiteramos a indignidade de participar em festas com este carácter e continuamos a exigir a pertinente auto-crítica e RECTIFICAÇÃO, hoje contundentemente contra o fascismo de Rueda-JMRei, financiadores com mais de um milhão de Euros de esta indignidade do culto à escravatura, acompanhados de Reina do PSOE encabeçado por Mato, outro dos da indignidade festeira.

Reiteramos ao Coletivo Decolonial ter a deferência de contar connosco para a tarefa de combater a indignidade do culto à escravatura que realiza a Junta de Rueda, o Concelho de Ferrol e acompanhantes – podemos contribuir com muita coisa. Temos de exigir que Junta-Concelho assumam a Resolução da ONU de 25-III-2026. A retirada da estátua do marquês e mudar o nome da praça pelo de Ernesto Guerra Da Cal. E sobretudo deixar de festejar a escravatura com as ditas festas de São Ramão, santo do marquês. Exigir ao JMRei cópia de toda a documentação para festejar a trata negreira do marquês e a derrogar, o Concelho pedindo perdão pelo seu INAUDITO RACISMO festeiro que deveria ser punido pelo julgado competente.

Em Ferrol levamos décadas combatendo esta indignidade desde Roberto Casteleiro, o «Caladinho» do filme «Sempre Jonja» até artigos por mim escritos denunciando as mentiras de Burgoa a respeito. Devemos continuar a investigação e conhecimento da questão nomeadamente na participação da monarquia cabeça do imperialismo colonial espanhol através da Armada.

A respeito de Ceuta e do que está a acontecer, cada vez há mais vozes que apelam ao combate contra o fascismo de PP-Vox, à mobilização popular contra o golpismo de 1936 que continua pelos mesmos ou os seus descendentes, o golpismo nazi-franquista. Nós já prognosticarámos o INEVITÁVEL choque armado com as hordas fascistas de Aznar-Feijó-Abascal mais militares, PN, GC, capitalistas, clero, funcionariado e os mídia. PREVISÍVEL E INEVITÁVEL choque armado. Temos de nos preparar, o proletariado organizado em milícias armadas de ambos sexos. Temos de ter a organização e a força para derrotar o fascismo para não acontecer na Galiza como em 1936. Temos de armar-nos, individual e coletivamente. Cada proletário, proletária, a sua arma. Os sindicatos têm de organizar a formação militar da filiação e não filiação, armazenar armas, construir armas. «Un libro rojo para Lenin» de Roque Dalton, guerrilheiro salvadorenho, é recomendável ler a respeito.

O proletariado e o povo de El Salvador, Honduras, Costa Rica, Panamá, Colómbia, Equador, Peru, Bolívia, Chile, Argentina e Paraguai, estão obrigados a se UNIR no combate contra a gigantesca fraude eleitoral, dirigida pelo argentino Fernando Cerimedo, estão criadas as condições para um gigantesco combate da América Central e a América do Sul UNIDAS para derrotar o fascismo EUA-Israel.

Em 19-VIII-2026, porta-contentores chinês chegou a Murmanks através do Ártico embora as fragatas espanholas de manobras com Trump.

Demos leitura a uma boa parte da recensão de EGDC dedicada à literatura portuguesa.

Tudo acompanhado com a música do Zeca Afonso da Edição Comemorativa.




01 setembro, 2026

A Xanela das Fucas Nº 158

 

A Xanela das Fucas  Nº 158  (27-8-26))

A  Xanela das Fucas  de  novo convida  a unha muller   xoven    que    inagura  unha exposición

Carmen   Alberto Rodríguez nos relata   como se iniciou no  mundo da pintura  e cales foron as súas influenzas  entre elas  a súa aboa  Clara que lle inculcou o amor pola arte   como digna filla de   Rodolfo Ucha  e  a  pintora  ferrolá  Eva Liberal.

Para ela a pintura é unha  forma de esprexión que se trnasmite visualmente. Coméntanos como se sintiu  ao chegar á Facultade de Belas Artes na Universidade de Sevilla, cidade da que se namorara previamente nunha viaxe; da relación coas persoas coas que compartía o espazo de aprendizaxe das cales di que aprendeu tanto como dos profesores. Tamén comentamos que significa ser muller e a relación coa pintura. Acompáñaa as súas primas Clara e Ana , ás cales lles realizamos un pequeno atraco e incluímolas na entrevista para que nos falen tamén das súas profesións como arquitectas e relacións familiares como membros do clan Ucha.

Carmen fálanos dos seus proxectos futuros  centrandose  principalmente  na  realización do seu post grao continuando co tema da importancia da cotineidad .

 Quedamos comprometidas para voler a atoparnos o  proximo ano,  aqui na radio e seguir charlando de arte , de proxectos e de vida..

Convidadas:  Carmen Alberto Rodríguez; Ana Ucha Boado: Clara Navas  Alberto

Fucas que participan:   Chelo Carballal Balsa;   Sonia   Fernández Bellas; Eva Tizón Bouzas.    

A música que escoitamos:  A sintonía do programa:  La vita e bella, Nicola Piova;   Xota  das neves,Sons do talentiño (Sofía Hernández , Antía Barona, voces ; Joaquín Enríquez, acordeón ; David Hernández , guitarra); As miñas flores,  Sofía  Espiñeira; Palestina Libre.

 

Colabora na autogestom!

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