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| Abd el-Krim el-Khattabi |
VIDA E OBRA DE ERNESTO GUERRA DA CAL PROGRAMA N.º 23, 5.ª F, 13-VIII-2026
A vitória dos povos do mundo em Dien Bien Phu no Viet Nam em 7-V-1954 obrigou os imperialistas franceses a conceder a independência a Marrocos e à Tunícia em 1956 e provocou a independência da Argélia em 1962 depois de oito anos de guerra de libertação nacional da FLN.
Franco, obrigado pelos franceses, concedeu em 1956 a independência do território de Marrocos que ocupava salvo Ceuta, Melilha e Sidi Ifni.
A entrada em Ceuta de 72.000 pessoas com 150 mortes foi um massacre genocída e um ataque golpista, dirigido por um Estado Maior, contra Pedro Sanchez de EUA-Israel-Marrocos desde o exterior combinado com ataque interior de PP-Vox e as estruturas golpistas do Estado incluído o Rei cujo objetivo como em 1936 é o extermínio do proletariado e as nações oprimidas impedindo a UNIÃO NACIONAL da Galiza e Portugal. Para o inevitável confronto militar nacional e de classe contra o fascismo interior e exterior cumpre o proletariado galego organizado em milícias armadas de ambos sexos para evitarmos acontecer o genocídio franquista como em 1936 e o proletariado português organizado do mesmo jeito para a tomada do poder.
O Reino da Espanha é potência administradora do Saara Ocidental. Pedro Sanchez tem de responder ao ataque DESCOLONIZANDO Saara Ocidental, Ceuta, Melilha e Gibraltar sob os auspícios da ONU – com a Argélia-Frente Polisário, República de El Rife sem Reino de Marrocos, Grã Bretanha republicana, Governo espanhol-Andaluzia. Tem de reconhecer o genocídio perpetrado por Afonso XIII contra a República de El Rife de Abd el-Krim com gás mostarda e cabeças cortadas dos legionários de Franco – eliminar o monolito da rotunda do Jofre em Ferrol. O boicote às festas de Ferrol celebrando a «trata negreira» do M. de Amboage é obrigatório, nós apelamos!
O papel de Franco foi determinante na conformação do Reino de Marrocos enviando o genocída Maomé Ben Mizziam para organizar as suas forças armadas. A necessária intervenção deste no assassinato (31-XII-1954) de Francisco Martínez Leira, Pancho, durante os anos 1953-1955 em que foi enviado por Franco como Capitão-General da Galiza com essa encomenda: O perigo de guerra de libertação social e nacional na Galiza com Pancho vivo era muito grande.
Segundo EGDC, o espanhol e o galego são línguas ANTAGÓNICAS porque o espanhol quer matar o galego. Um exemplo notável desse antagonismo témo-lo agora com o investimento do Concelho de Ferrol-Junta de 476.000 € nas obras da Casa-Museu do Centro Cultural Torrente Ballester, investimento no espanhol falangista do T. Ballester, face o investimento nulo da Casa-Museu de Ricardo Carvalho Calero nos n.º 47-49-51, comprados em 2011 por Irisisarri à cabeça do Concelho de Ferrol. Durante 15 anos o projecto de galego-português republicano de Carvalho Calero ficou em fantasia porque o falangismo de T. Ballester enche os corações e as mentes de Rueda e subserventes. Um Rueda que viola as normas do Parlamento, que teria de ser derrocado por tirano e traidor à sua língua e cultura, a da Galiza.
Continuamos a obra de EGDC com a recensão de autores da literatura portuguesa, de ANTÓNIO NOBRE e de OLIVEIRA MARTINS. A utilização lectiva de uma parte da sua obra relativa à Galiza fora motivo de punição das autoridades do PP a um professor galego.
Tudo acompanhado da música do Zeca Afonso do seu Album Ao vivo no Coliseu.

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